Imaginem uma séria da HBO, produzida por Martin Scorsese, escrita por Terence Winter, que é o argumentista dos Sopranos, e realizada por Timothy Van Patten, que esteve envolvido em trabalhos como os Sopranos, The Pacific e The Wire. Este é o cartão de visita da série Broadwalk Empire.
A série gira à volta de Nucky Thompson, protagonizada por Steve Buscemi, baseado numa figura real que dominou a cena política e o crime organizado em Atlantic City. O enredo decorre nos EUA, durante a lei seca, anos 20, e são frequentes as aparições de figuras míticas do crime organizado como Al Capone, Arnold Rothstein, Lucky Luciano, Meyer Lansky…
O que torna esta série em algo de excepcional, é que para além da complexidade das personagens, que caracteriza os argumentos de Terence Winter, é a atenção ao detalhe, desde os adereços até aos termos usados. É impossível descobrir os bons da série… não existem, mesmo personagem que iniciam como pessoas simples e de brandos costumes mostram-se como pessoas complexas onde a moralidade tem inúmeras perspectivas.
A série ainda não saiu em Portugal, mas já tive a oportunidade de ver todos os 12 episódio da primeira série. Aqui fica o trailer:
As potencialidades da Internet são imensas. Sobretudo no que diz respeito à globalização da informação.
O fácil acesso a informação diversificada permite-nos criar uma perspectiva mais abrangente, e talvez mais exacta, da realidade que nos rodeia. É nesta base que o sistema democrático assenta, na livre circulação de informação, onde diferentes opiniões podem ser avaliadas sem filtros ou preconceitos, que não sejam os nossos. É evidente, que a história religiosa o diga, que a privação de educação e informação são óptimos instrumentos para o controlo social.
A importância da Internet é ainda mais valorizada quando assistimos a regimes ditatoriais sucumbirem sobre o poder de “simples” pedaços de código que formam os “Internet social media”
No entanto, ao ver esta a apresentação da TED, fico com a sensação que este poder está ameaçado. Não se trata de uma opinião, nem de dados estatísticos de livre interpretação. Vejam e deixem os vossos comentários…
Não consigo para de ouvir isto:
Por vezes as tentativas da tecnologia “imitar” a natureza é vista com uma tentativa de substituí-la. No entanto, eu considero que a tecnologia está apenas a prestar uma homenagem à perfeição complexa do que nem sempre admiramos com o seu real valor, sem competir mas tentando acompanhar e promover uma vivência simbiótica. Este é caso deste projecto.
Esta «curta» é deveras interessante. Não só do ponto de vista técnico, adaptando a estrutura de todos aqueles logótipos e a fluidez do próprio filme, bem como no alerta, relativamente explícito, do consumismo que nos «consome».
O que está em powerplay!
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